Viva a terra! Os rios, mares, cachoeiras, grutas, bichos, flores, lagos, dunas, gente... Viva tudo que é vivo, que se bole e que respira. Viva tudo que pulsa. Viva! Viva eu, viva tu, viva o rabo do tatu!
Viva a terra! Os rios, mares, cachoeiras, grutas, bichos, flores, lagos, dunas, gente... Viva tudo que é vivo, que se bole e que respira. Viva tudo que pulsa. Viva! Viva eu, viva tu, viva o rabo do tatu!
E nós pra onde vamos? Qual será nosso futuro? O que estamos a fazer com o presente? Além de bater a cara contra o muro, ou de derrubar muros e construir outros, ou de derrubar as últimas florestas que nos restam, infestar os rios com latas de sardinhas, viver amontoados sobre o lixo que produzimos todo dia, bufando a fumaça do nosso super desenvolvimento tecnológico, enchendo a pança com os líquidos gasosos e as gosmas coloridas e perfumadas, e os embutidos e os empacotados, artificialmente aromatizados, que fabricamos incessantemente. E depois nos jogamos num american flex com um magic control na mão e assistimos aos lixos enlatados que hollywood gentilmente nos concede? Boa merda! Mas o fato é que se alguma coisa urgente não acontecer... Se o mundo não der uma guinada, se não houver uma tomada de consciencia coletiva... Estaremos todos fudidos. Na verdade muitos já estão. Muitos... mais do que nós possamos imaginar. Do conforto dos nossos duplex's, encostados nas nossas almofadas indianas, meditando sobre o Bhagavad-Gita... A hora é de acordar, despertar! Já não temos tanto tempo mais. E pra onde vamos depois?
São árvores imensas que engoliram as ruínas de Angkor, no Camboja. Ainda hoje elas estão lá... Demonstrando que a natureza têm força e cobra em dobro o que lhe tiram. É bom pensar... Antes de cometer qualquer delito contra ela. Acima de qualquer coisa, a natureza é nossa primeira mãe! Merece amor, respeito e cuidados.
"O mundo tá muito mudado"... Mesmo assim o mundo é lindo! Caótico... Decadente... Destruído a cada dia. Mas é lindo. É nossa morada. É onde nascemos e onde vamos ser enterrados. É onde nascerão nossos filhos, netos e talvez bisnetos se ele resistir as trancos. O mundo é nosso! E o que estamos fazendo por ele?